
Desde 1941 a data 04 de julho é um dia de festa para os americanos. É comemorado neste dia a independência do país mais capitalista e de maior economia do globo. Em 2021, os Estados Unidos celebraram o 245º aniversário com festa, desfiles típicos, retorno das sessões de cinema, fogos de artificio e muito hot dog.
A vacinação está avançada por lá com 58% da população protegida. E com isso diversas regras de distanciamento social não são mais necessárias. Este 4 de julho foi diferente, com sensação de vitória e comemoração, afinal devido ao Covid-19 no ano passado todas as festas foram canceladas.
Vacinação nos EUA
Com relação a vacinação, o Presidente Joe Biden prometeu em campanha que no feriado mais importante do país 70% da população estaria vacinada. No entanto, esta promessa não foi cumprida a tempo. A quantidade de vacina tem suficiente por lá, o que está faltando é demanda.
Aproximadamente 11% da população apta a vacinar não foi procurar os centros de vacinação. Proporcionalmente são os americanos entre 18 e 29 anos que não estão vacinando contra a Covid-19.
O número de pessoas vacinadas no EUA é o segundo maior do globo. País que possui mais de 300 milhões de habitantes, esta somente atrás somente da China, que atingiu 1 bilhão de doses aplicadas.
Celebração do dia 04 de julho
O Independence Day representa a data de liberdade político-financeira do país mais rico, industrializado e capitalista do mundo.
Ano passado, Donald Trump foi neste dia ao Monte Rushmore, na Dakota do Sul com o objetivo de mostrar seus feitos políticos até então. Os políticos no modo geral aproveitam a data para realizar atos políticos pelo país. No ano passado a pandemia do Coronavírus estava no pico e o ex-presidente foi muito criticado em realizar aglomerações.
E a relação com o Brasil?
A relação comercial entre Brasil e Estados Unidos foi muito abalada em 2020. Os EUA é o segundo parceiro comercial do Brasil tanto na exportação, quanto na importação. O ano de 2020 foi marcado por uma profunda contração do comércio bilateral. Como ocorreu em muitos segmentos produtivos, o comércio exterior foi muito afetado no ano anterior diminuindo a frequência de importações e exportações no país.
O intercâmbio comercial entre Brasil e os Estados Unidos registrou a pior marca dos últimos 11 anos em 2020. No ano passado, o valor do comércio entre os países foi de U$ 45,6 bilhões, uma queda de 23,8% em relação ao ano anterior. O resultado apresentado é o menor desde a crise financeira em 2009.
Em 2020, as exportações brasileiras caíram 27,8%, o que totalizou US$ 21,47 bilhões e, em termos absolutos, os Estados Unidos foram o parceiro mais afetado entre os principais parceiros comercial do Brasil.
Por outro lado, as exportações americanas caíram 19,8% comparativamente com 2019, totalizando US$ 27,87 bilhões. Ano passado, o fluxo de comércio bilateral totalizou US$ 49,34 bilhões e gerou um superávit de US$ 6,40 bilhões em favor dos americanos.
O tipo de produto que mais comercializamos é o de valor agregado industrializado, que foi muito afetado no ano passado devido a pandemia. Além disso, os efeitos negativos provocados pela pandemia e a queda do preço internacional do petróleo ajudam a entender a contração das trocas comerciais bilaterais no ano passado.
Em maio, a recuperação que já vinha se confirmando nos primeiros meses deste ano, ganhou consistência e entre os cinco principais produtos da pauta exportadora brasileira para os Estados Unidos.
Os produtos fecharam o período com altas consistentes: produtos semiacabados de ferro ou aço (aumento de 78,0% para US$ 1,78 bilhão), petróleo (aumento de 26,7% e receita de US$ 733 milhões), aeronaves (aumento de 75,6% para US$ 557 milhões) e café não torrado (aumento de 14,8% e receita no montante de US$ 460 milhões).
Do lado americano, apenas um só produto do ranking dos cinco itens principais embarcados para o Brasil teve redução de receita, os óleos combustíveis, com uma retração de -13% para US$ 2,4 bilhões. Os outros quatro itens apresentaram altas interessantes, veja só: motores e máquinas não-elétricos (US$ 900 milhões e aumento de 17%), gás natural (aumento de 752% para US$ 760 milhões), demais produtos da indústria de transformação (aumento de 4,69% e receita no montante e US$ 590 milhões) e aeronaves (forte aumento de US$ 108% para US$ 470 milhões).
Expectativas
Para este ano as expectativas são positivas. O dólar está mais favorável para o comércio exterior, além das regras de distanciamento social ter diminuído e o consumo aumentado nos dois países. Acredita-se que as negociações de bens de valor agregado estarão mais consistentes – e frequentes – neste ano.Sua empresa comercializa com os Estados Unidos? Possui dúvidas sobre este mercado? Conte com a maior empresa de consultoria em importação do Brasil! Até o próximo artigo!
© 2025 | Asia Import — CNPJ 32.841.631/0001-20 • Todos os direitos reservados.
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